Inteligência artificial, proteção de crianças e adolescentes na internet, mudanças climáticas, violência contra as mulheres e racismo estrutural estão entre as apostas das Professoras Elaine Schwab e Núbia Elizabette para os temas de redação do Enem 2026.
A convite do blog da Gran Faculdade, as professoras indicaram três possibilidades cada e deram seis dicas para ajudar quem está na reta final da preparação. O objetivo não é adivinhar a proposta, mas orientar uma revisão que conecte leitura atenta, organização dos argumentos e cuidado com o tempo.
As seis indicações correspondem a cinco eixos diferentes: a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital aparece nas duas listas. Essa coincidência não torna o assunto mais provável na prova, mas permite observar como um mesmo problema pode ser analisado por diferentes perspectivas.
Segundo o Inep, a redação será aplicada no primeiro dia do Enem 2026, em 8 de novembro. Confira as apostas e saiba como aproveitar as orientações nos últimos dias antes do exame.
Acompanhe na íntegra ou pelo índice, para saber mais:
- Quais são as apostas de temas de redação do Enem 2026?
- 6 dicas para o Enem 2026: o que priorizar na reta final?
- Modelos de redação prontos: 3 apostas para o Enem 2026
- Como revisar os possíveis temas sem decorar uma redação?
- Quem são as professoras que compartilham as orientações?
- Perguntas frequentes sobre os temas de redação do Enem 2026
- Depois da prova, planeje seu próximo passo na graduação

Quais são as apostas de temas de redação do Enem 2026?
As sugestões das professoras envolvem tecnologia, direitos e desafios sociais. É importante destacar que os temas presentes neste artigo tratam-se de possibilidades de estudo, não informações sobre o tema escolhido pelo Inep nem uma lista que substitua a leitura da proposta no dia da prova.
As três apostas da professora Elaine Schwab
A Mestra Elaine, destaca grandes temas sociais presentes nas discussões atuais e sugere atenção aos impactos dessas questões na vida da população.
1. Uso ético e responsável da inteligência artificial no Brasil
A primeira aposta envolve os desafios para o uso ético e responsável da inteligência artificial, incluindo seus impactos na educação, no trabalho e na circulação de informações.
Para revisar esse eixo, pense nas relações entre tecnologia e responsabilidade: como avaliar informações produzidas por ferramentas de IA? Como utilizar esses recursos na aprendizagem sem substituir a reflexão? Que dificuldades podem surgir no acesso à qualificação profissional?
Essas perguntas funcionam como exercícios de argumentação. Na prova, será necessário identificar qual dimensão do assunto aparece no enunciado, sem tentar discutir todos os efeitos da tecnologia em um único texto.
2. Proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital
A professora Elaine também indica a proteção de crianças e adolescentes na internet, envolvendo redes sociais, exposição, cyberbullying, segurança e responsabilidade das plataformas.
Uma revisão desse tema pode organizar as responsabilidades de famílias, escolas, poder público e empresas de tecnologia. O ponto é relacionar cada agente a uma medida concreta de proteção, sem limitar a discussão à ideia genérica de que a internet é boa ou ruim.
3. Mudanças climáticas e seus impactos sociais no Brasil
A terceira aposta da professora relaciona mudanças climáticas a eventos extremos, desigualdade socioambiental, planejamento das cidades e proteção das populações mais vulneráveis.
Para estudar o eixo, procure conectar o problema ambiental às condições de vida das pessoas. Entre as perguntas úteis estão: como prevenir danos? Qual é o papel do planejamento urbano? Como organizar medidas de proteção para quem está mais exposto aos riscos?
As três apostas da professora Núbia
As indicações de Núbia se concentram na proteção de direitos e no enfrentamento de desigualdades.
1. Os desafios do enfrentamento à violência contra as mulheres no Brasil
A primeira possibilidade apontada pela professora é o enfrentamento à violência contra as mulheres.
Para revisar o assunto, organize possíveis argumentos sobre prevenção, acolhimento, acesso à informação e atuação das instituições. Na construção do texto, evite responsabilizar as vítimas e procure explicar os obstáculos para enfrentar o problema.
Uma proposta de intervenção precisa se conectar à dificuldade discutida: uma medida de acolhimento, por exemplo, responde a uma necessidade diferente de uma ação educativa de prevenção.
2. Os desafios da proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital
A proteção de crianças e adolescentes na internet também aparece entre as apostas da professora Mestra Núbia. É o ponto de convergência entre as duas professoras.
Você pode aproveitar essa indicação para revisar segurança, exposição, educação digital e responsabilidade dos diferentes agentes envolvidos. O exercício é identificar o direito que precisa ser protegido, o obstáculo para essa proteção e uma ação adequada ao problema.
A presença do assunto nas duas listas não é confirmação nem demonstra uma probabilidade maior de cobrança. Use-o como um eixo de revisão, sem abandonar os demais.
3. O enfrentamento do racismo estrutural e a promoção da igualdade de oportunidades no Brasil
A terceira aposta da nossa professora Núbia relaciona o enfrentamento do racismo estrutural à promoção da igualdade de oportunidades.
Para organizar os argumentos, reflita sobre barreiras no acesso à educação, ao trabalho e a outros espaços sociais. Procure explicar como o problema se manifesta no recorte escolhido, em vez de apenas afirmar que o preconceito existe.
Na intervenção, o desafio é sair de uma intenção ampla, como “combater o racismo”, e apresentar uma medida com responsável, forma de execução e objetivo relacionados à discussão do texto.
6 dicas para o Enem 2026: o que priorizar na reta final?
As três orientações da professora Elaine se concentram na organização da prova, na leitura e no cuidado com a preparação. As três dicas da professora Núbia destacam atenção ao tema, clareza e soluções na redação.
1. Planeje o tempo antes de começar a prova
Elaine recomenda definir antecipadamente como dividir o tempo entre as atividades, incluindo a redação e o cartão-resposta.
“Comece pelas questões em que se sente mais seguro e evite ficar preso por muito tempo em uma única questão.”
A orientação é não deixar que uma dificuldade isolada comprometa o restante da prova. Reserve espaço para planejar, escrever e revisar a redação, além de preencher e conferir as respostas.
Não existe uma divisão que funcione igualmente para todos. Considere o ritmo que você já observou durante a preparação, sem improvisar uma estratégia completamente nova na hora do exame.
Se essa é uma dificuldade recorrente, confira também como organizar o tempo para fazer a redação do Enem.
2. Leia com atenção antes de responder
A segunda recomendação da professora Elaine é compreender exatamente o que está sendo solicitado. Nas questões objetivas, isso ajuda a evitar respostas para uma pergunta diferente daquela feita no enunciado.
Na redação, a professora orienta manter o foco no tema e organizar os argumentos antes de começar a escrever.
Para colocar a dica em prática, identifique o problema central da proposta e o recorte que ela estabelece. Um assunto amplo, como tecnologia, não é a mesma coisa que um tema específico sobre a proteção de adolescentes nas redes sociais.
Antes de escrever, confira se seu ponto de vista responde à pergunta que a proposta realmente apresenta.
3. Cuide do descanso e da organização
Elaine também chama a atenção para a tranquilidade na chegada e a confiança no trabalho já realizado.
“Nesta reta final, mais do que tentar aprender muitos conteúdos novos, vale revisar pontos importantes, organizar o material para a prova, descansar e cuidar da alimentação e do sono.”
A orientação ajuda a definir prioridades para os últimos dias: retomar anotações úteis, separar o material e organizar o deslocamento, sem transformar cada hora disponível em uma corrida por conteúdo novo.
Confira as informações do seu local de aplicação e as exigências oficiais antes de sair. Evitar imprevistos faz parte da preparação.
4. Responda ao tema proposto, não ao que você esperava encontrar
A primeira dica da professora Núbia é direta:
“Leia o tema com atenção: fugir do assunto pode custar sua redação!”
Esse cuidado é especialmente importante para quem revisa listas de possíveis temas. Reconhecer uma palavra familiar no enunciado não significa que o texto treinado anteriormente responde à proposta atual.
O Inep informa que a fuga ao tema está entre as situações que podem levar à nota zero. Por isso, volte ao enunciado antes de definir sua tese e verifique se os argumentos permanecem relacionados ao recorte solicitado.
Use o repertório que conhece como apoio à discussão, não como motivo para desviar dela.
5. Prefira clareza a palavras difíceis
A segunda orientação da professora é:
“Não tente escrever difícil. Escreva com clareza!”
Clareza não significa abandonar a linguagem formal. Significa escolher palavras que você domina, construir frases compreensíveis e explicar a relação entre suas ideias.
Na revisão, observe se cada parágrafo tem uma função e se o leitor consegue entender por que um argumento sustenta seu ponto de vista. Uma expressão pouco familiar não melhora o texto apenas por parecer sofisticada.
A Cartilha do Participante, apresentada pelo Inep, inclui entre as competências avaliadas o domínio da escrita formal, a organização dos argumentos e a articulação das ideias.
6. Apresente uma solução, não apenas um desejo de mudança
A terceira dica da professora Núbia trata do fechamento da redação:
“Na conclusão, apresente soluções, não apenas boas intenções!”
Uma frase como “é preciso conscientizar a sociedade” não explica, sozinha, como enfrentar o problema. Para desenvolver uma intervenção, pergunte:
- O que será feito?
- Quem será responsável?
- Como a ação será executada?
- Qual resultado ela pretende alcançar?
- Que detalhe ajuda a tornar a proposta mais concreta?
Mantenha a solução ligada ao que você discutiu. Se o desenvolvimento apresenta uma dificuldade de acesso à informação, por exemplo, a conclusão precisa explicar como a medida proposta enfrenta esse obstáculo.
Modelos de redação prontos: 3 apostas para o Enem 2026
Para transformar a revisão em prática, selecionamos três temas indicados pelas professoras: uso ético da inteligência artificial, proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital e enfrentamento do racismo estrutural.
A seleção permite exercitar argumentos sobre tecnologia, direitos e igualdade de oportunidades, sem estabelecer uma classificação de probabilidade de cobrança.
Os textos abaixo são exemplos autorais produzidos para este artigo, não redações escritas, corrigidas ou aprovadas pelas professoras. Cada modelo apresenta introdução, desenvolvimento e proposta de intervenção.
Use-os para estudar a construção dos argumentos, não para memorizar e reproduzir: na prova, o texto precisa responder ao recorte apresentado e respeitar o espaço de até 30 linhas.
Modelo 1: desafios para o uso ético e responsável da inteligência artificial no Brasil
Tema indicado pela professora Elaine Schwab.
A Constituição Federal de 1988 assegura a proteção da intimidade e da vida privada. No entanto, a expansão da inteligência artificial impõe novos desafios à concretização desses direitos, uma vez que a produção automatizada de conteúdos e o tratamento de informações exigem cuidados que nem sempre são compreendidos pelos usuários. No Brasil, o uso responsável dessa tecnologia depende do enfrentamento de dois obstáculos: a formação digital insuficiente e a falta de transparência sobre o funcionamento dessas ferramentas.
Em primeiro lugar, saber acessar uma aplicação não significa compreender seus limites. Quando uma resposta gerada automaticamente é aceita sem verificação, informações incorretas podem orientar decisões e circular como se fossem verdadeiras. No ambiente escolar, esse comportamento também compromete a aprendizagem quando a ferramenta substitui a análise do estudante. Portanto, a educação digital precisa ir além do domínio operacional e ensinar a conferir fontes, reconhecer incertezas e assumir responsabilidade pelo conteúdo compartilhado.
Além disso, a dificuldade de compreender como os dados são utilizados limita a autonomia do cidadão. Termos de uso pouco acessíveis e explicações vagas sobre decisões automatizadas dificultam a identificação de riscos à privacidade e de possíveis tratamentos discriminatórios. Não basta, assim, exigir cautela individual enquanto as empresas deixam de oferecer informações compreensíveis. A inovação deve ser acompanhada de mecanismos que permitam questionar resultados e buscar a correção de erros.
Diante disso, o Ministério da Educação, em parceria com as redes de ensino, deve promover formação crítica sobre inteligência artificial, por meio de capacitação docente e atividades de comparação entre respostas automatizadas e fontes verificáveis. A iniciativa deve ensinar estudantes a reconhecer limitações e proteger seus dados. Paralelamente, as empresas responsáveis pelas ferramentas devem disponibilizar explicações claras sobre coleta de informações e canais de contestação, com linguagem acessível e atendimento aos usuários. Dessa forma, o desenvolvimento tecnológico poderá ser associado à autonomia e à proteção de direitos.
Modelo 2: desafios da proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital
Tema indicado pelas professoras Elaine Schwab e Núbia Elizabette.
A Constituição Federal estabelece que família, sociedade e Estado devem assegurar, com prioridade, os direitos de crianças e adolescentes. Esse compromisso também precisa orientar a experiência no ambiente digital, no qual a comunicação e o acesso ao conhecimento convivem com riscos de exposição e violência. No Brasil, proteger esse público exige enfrentar a insuficiência da educação para o uso da internet e as falhas nos mecanismos de prevenção e atendimento das plataformas.
Inicialmente, a familiaridade com telas não garante capacidade para reconhecer situações perigosas. Uma criança pode utilizar aplicativos com facilidade sem compreender as consequências de divulgar sua localização ou compartilhar imagens pessoais. Quando o acompanhamento se limita a controlar o tempo de uso, questões como privacidade, consentimento e busca de ajuda ficam em segundo plano. Assim, famílias e escolas precisam construir uma orientação contínua, baseada no diálogo, em vez de depender apenas de proibições.
Outro obstáculo está na dificuldade de interromper situações de violência. Comentários ofensivos e imagens compartilhadas sem autorização podem permanecer em circulação quando os canais de denúncia são confusos ou não oferecem retorno compreensível. Nessas condições, transferir toda a responsabilidade aos responsáveis ignora o papel das empresas na organização dos serviços. A proteção deve fazer parte do funcionamento das plataformas, com recursos acessíveis para prevenir abusos e acolher quem precisa de auxílio.
Portanto, as secretarias de Educação, em parceria com escolas e serviços de proteção à infância, devem desenvolver programas de educação digital destinados a estudantes e responsáveis. Por meio de oficinas periódicas, esses programas devem ensinar cuidados com dados pessoais, identificação de violência e caminhos para pedir ajuda. As plataformas, por sua vez, devem simplificar as denúncias e oferecer configurações protetivas de privacidade para usuários menores de idade, com acompanhamento das solicitações em linguagem adequada. Com responsabilidades compartilhadas e medidas concretas, será possível ampliar a segurança sem excluir crianças e adolescentes das oportunidades de aprendizagem e convivência proporcionadas pela internet.
Modelo 3: enfrentamento do racismo estrutural e promoção da igualdade de oportunidades no Brasil
Tema indicado pela professora Núbia Elizabette.
A Constituição Federal determina a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça ou cor. Entretanto, transformar esse princípio em igualdade de oportunidades exige enfrentar práticas e critérios que mantêm barreiras à participação da população negra. No Brasil, o racismo não pode ser compreendido apenas como uma ofensa individual, pois também se manifesta em decisões institucionais. Nesse contexto, a formação antirracista insuficiente e a reprodução de mecanismos excludentes no trabalho dificultam a superação do problema.
Em primeiro lugar, uma educação que aborda o racismo somente em datas comemorativas limita a compreensão de suas consequências. Sem relacionar a história da população negra às experiências contemporâneas, o ensino pode deixar de oferecer instrumentos para reconhecer discriminações e questionar desigualdades. Além disso, a ausência de procedimentos claros diante de episódios racistas favorece sua normalização. Por isso, a escola precisa combinar valorização de diferentes trajetórias com ações permanentes de prevenção e acolhimento.
No mercado de trabalho, a igualdade formal também não elimina obstáculos presentes na seleção e na progressão profissional. Critérios vagos, como a suposta adequação ao perfil da empresa, podem abrir espaço para julgamentos discriminatórios quando não são relacionados a competências demonstráveis. A falta de acompanhamento das oportunidades de contratação e promoção dificulta, ainda, identificar em quais etapas ocorre a exclusão. Dessa maneira, combater o racismo exige revisar procedimentos, e não apenas divulgar compromissos genéricos com a diversidade.
Diante desse quadro, as secretarias de Educação devem fortalecer a formação antirracista dos professores, por meio de cursos continuados, materiais didáticos e protocolos de atendimento a denúncias, para prevenir discriminações e apoiar os estudantes. Ao mesmo tempo, as empresas devem estabelecer critérios objetivos de seleção e promoção, com avaliação estruturada de competências e acompanhamento de resultados por raça ou cor, respeitada a proteção de dados pessoais. Esse acompanhamento deve orientar a correção de barreiras identificadas. Assim, educação e gestão institucional poderão contribuir para aproximar o direito à igualdade das oportunidades efetivamente disponíveis.
Como revisar os possíveis temas sem decorar uma redação?
As apostas são mais úteis quando ajudam a exercitar o raciocínio. Em vez de preparar um texto para reproduzir independentemente da proposta, faça um roteiro curto para cada eixo:
- Defina um problema específico dentro do assunto;
- Identifique causas, consequências e grupos afetados;
- Selecione conhecimentos que você consegue explicar e relacionar à discussão;
- Esboce um ponto de vista e argumentos que o sustentem;
- Pense em uma intervenção compatível com o problema.
Esse roteiro é uma sugestão de revisão, não uma estrutura oficial obrigatória. No dia da prova, o planejamento precisa partir do enunciado e dos textos motivadores recebidos.
Para conferir as exigências da avaliação e consultar exemplos comentados, acesse as orientações do Inep sobre a Cartilha da Redação do Enem 2026.
Quem são as professoras que compartilham as orientações?
Elaine Schwab
Mestra em Administração e Negócios pela PUCRS, Elaine é bacharel em Administração e em Ciências Contábeis e licenciada em Pedagogia. Possui especializações em áreas como Marketing, Fundamentos da Educação e Metodologias Ativas de Aprendizagem e Integração de Tecnologias. Desde 2012, coordena cursos superiores das áreas de gestão e negócios e reúne experiência profissional em gestão, comercial e marketing.
Núbia Elizabette
Doutora e mestra em Direito e pós-doutoranda em Direito pela PUC-Minas, Núbia é advogada com atuação em Direito Público e coordenadora dos cursos das Ciências Jurídicas na Gran Faculdade. Atua na graduação e na pós-graduação e tem experiência em Direito Administrativo, Responsabilidade Civil e Direitos das Minorias.

Perguntas frequentes sobre os temas de redação do Enem 2026
São seis temas diferentes nas apostas das professoras?
São seis indicações, três de cada professora, mas cinco eixos diferentes. A proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital foi apontada por Elaine e Núbia.
Preciso acertar uma aposta para escrever uma boa redação?
Não. As sugestões ajudam a revisar assuntos e exercitar argumentos, mas o texto deve responder ao tema apresentado na prova. Leitura atenta, clareza e organização continuam importantes mesmo diante de um assunto diferente dos que você revisou.
O que revisar na redação nos últimos dias?
Retome a leitura da proposta, a definição do ponto de vista, o desenvolvimento dos argumentos, a conexão entre as ideias e a intervenção. Use as orientações das professoras para identificar os cuidados que mais precisam de atenção no seu texto.
Depois da prova, planeje seu próximo passo na graduação
Nesta reta final, concentre-se em aplicar o que aprendeu, organizar a prova e cuidar da sua preparação. As apostas podem orientar uma revisão, são a leitura do enunciado e as decisões tomadas durante o exame que vão orientar sua resposta.
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